domingo, 21 de novembro de 2010

Andara

Coisas vistas, coisas ditas
TEXTO AQUI


Vicente Franz Cecim

Sempre



adormeces na manhã nascente

teu Carrilhão de Sombras

Ramagens, para onde em dias de Penumbra se inclinam os Teus Olhos

Haveria uma Criança, não há mais

Aquela

que Te fez Aquela mesma

que te Desfará,

por que Nome a chamarás quando esqueceres a Palavra do Verão?

Lentidões. Das mãos, para onde acenar? Memória e Mundo e Pavilhão de Luz que guardas na Fenda da Carne, no teu Bosque

Não importa o que fazes com os Teus dias

Sempre

adormecerás teu Carrilhão de Sombras














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