
Aracy de Carvalho Guimarães Rosa (Rio Negro, Paraná, c. 1908) é uma senhora brasileira, segunda esposa do escritor João Guimarães Rosa. Aracy também é conhecida por ter seu nome escrito no Jardim dos Justos entre as Nações, no Museu do Holocausto (Yad Vashem), em Israel, por ter ajudado muitos judeus a entrarem ilegalmente no Brasil durante o governo de Getúlio Vargas.

Paranaense, foi morar com uma tia na Alemanha após separar-se do primeiro marido. Por falar quatro línguas (português, inglês, francês e alemão), conseguiu uma nomeação no consulado brasileiro em Hamburgo, onde era encarregada da secção de vistos.
No ano de 1938, entra em vigor, no Brasil, a circular secreta 1.127, que restringia a entrada de judeus no país. Aracy ignorou a circular e continuou preparando vistos para judeus. Como despachava com o cônsul geral, ela colocava os vistos entre a papelada para as assinaturas. Nessa época, João Guimarães Rosa era cônsul adjunto (ainda não eram casados).
Sua biografia inclui, também, ajuda a compositores e intelectuais durante o regime militar brasileiro.


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